segunda-feira, 13 de outubro de 2008

SIMPLES QUESTÃO


Não é uma questão de “caralho”, mas também o é. Não é por isso que sofro por ele. Mas também é. Porque o “caralho” dele é lindo e me faz muito bem quando está dentro de mim. Mas não é por isso. Eu sinto sua falta quando estou sozinha e quando estou fazendo alguma coisa. Parece que tudo fica meio sem sentido quando eu sei que não poderei mais ligar para ele e contar a última novidade incrível. É falta do homem que ele é, que me faz sentir a mulher que eu sou. Aquela mulher que muitas vezes a gente esquece de ser por causa do mundo e de si mesma. Esse mundo tão correto de coisas para serem feitas por pessoas corretas. Ele me permitia ser incorreta e me olhava com tanto desejo que tinha lá sua transcedência.
Então eu sinto falta dele, faz parte sentir falta de tudo o que nos faz sorrir e chorar. E do gozo desse homem, de sua boca quente que se abria sem freios para invadir a minha.
Ah, nem penso mais no “caralho” dele e de qualquer outro homem. Porque ele é o próprio bom “caralho”... aquele que não precisa de tamanho nem espessura para fazer bem o “serviço”. Ele é assim, não precisa ser charmoso, nem bonito, nem alto, nem inteligente, nem rico. Basta ser o que é porque é assim que me faz tão feliz.

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